
O Conselho do Judiciário fez um apelo urgente ao ministro da Imigração, Marjolein Faber, para não seguir em frente com duas peças de legislação para reduzir o número de refugiados antes que as novas regras da UE entrassem em vigor.
Os regulamentos europeus pressionarão o serviço de imigração e outros órgãos e, se forem adicionados as contas de Faber, a situação se tornará impraticável, informou o conselho em um novo briefing na segunda -feira.
O Conselho é um órgão consultivo que visa garantir que os tribunais possam desempenhar suas funções de maneira eficaz e medeia entre o sistema jurídico e o governo.
O conselho expressou suas preocupações no mês passado, mas agora deu um passo adiante e pediu um atraso total. Faber ainda não reagiu, mas disse no mês passado que “temos que começar algum dia” e que ela estava totalmente confiante de tudo “funcionaria bem”.
Uma das partes da legislação visa reduzir a licença básica de residência de refugiados de cinco a três anos. O outro introduz um status de duas camadas para os refugiados, que especialistas jurídicos, em particular, o medo levarão a recursos e mais processos legais.
Atualmente, os projetos de leis estão sendo avaliados pelo Conselho de Estado, que é o órgão consultivo mais alto do governo.
O Pacto de Migração Europeia apresenta mais triagem nos pensionistas externos da UE, incluindo o uso de impressões digitais e tecnologia de reconhecimento facial. Isso permitirá que os Estados -Membros verifiquem se um requerente de asilo chegou em outro país da UE e deveria ter solicitado asilo lá sob as regras de Dublin.
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