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HEMA demite funcionário de 41 anos por causa de um pijama


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    Após quatro décadas de serviço leal, um gerente de loja da HEMA foi demitido imediatamente por supostamente roubar um pijama. Um tribunal concluiu que ela foi tratada injustamente.

    Conforme relatado pela AD, a funcionária em questão foi inicialmente suspeita de falsificar parcialmente seu horário quando o roubo de um pijama selou o negócio.

    Um erro inocente

    Por problemas de saúde, a mulher trabalhava meio período das 9h às 13h. Ela registraria o resto de suas horas como licença médica (das 13h às 18h).

    Na Justiça, a mulher alegou que registrava seu horário com base no horário de funcionamento da loja (9h às 18h) e cometeu o erro inocente de esquecer de contabilizar o intervalo diário de uma hora. Como tal, o seu registo de cinco horas de licença médica por dia, em vez de quatro, foi acidental.

    Espionagem corporativa? Realmente?

    Devido às horas falsas registradas, a HEMA contratou um investigador corporativo para investigar o funcionário por mais erros.

    Após analisar as imagens de segurança, o superespião viu a mulher levar o referido pijama.

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    A filmagem revelou que ela levou o pijama ao caixa, que os deixou sentar no balcão por um tempo. Algum tempo depois, o funcionário demitido os levou sem pagar.

    Esse roubo, somado à suspeita de fraude na folha de ponto, foi suficiente para que o HEMA demitisse imediatamente o funcionário.

    Juiz fica do lado do azarão

    A mulher levou o caso a tribunal, o que se revelou uma escolha sábia. O juiz ficou do seu lado, indicando que o HEMA agiu precipitadamente, sem provas ou investigação adequadas.

    LEIA MAIS | Demissão sem justa causa na Holanda: o que você precisa saber

    Como a mulher nunca foi questionada sobre a sua suspeita de fraude na folha de ponto, e o caixa nunca foi questionado sobre o pijama, não se justificava um despedimento sumário e imediato.

    Essencialmente, o HEMA se precipitou – ou melhor, vestiu o pijama antes do fim do dia.

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    O juiz argumentou que, para um funcionário com tanta longevidade e lealdade, a total falta de feedback corretivo ou comunicação direta é inaceitável.

    Funcionário permanece leal

    O tribunal anulou a demissão, revertendo totalmente a decisão do HEMA. Apesar do calvário, porém, o funcionário optou por não rescindir o contrato na Justiça.

    A mulher manifestou desejo de trabalhar até a aposentadoria. Só esperamos que ela receba um tratamento melhor desta vez.

    Você acha que o HEMA estava certo? Deixe-nos saber nos comentários!

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