
Os guardas de trânsito em Amsterdã começarão a reprimir carros de países onde as multas de estacionamento não podem ser cobradas pelo correio a partir de julho próximo, disseram autoridades municipais na quinta-feira.
Actualmente, os condutores de países sem acordo recíproco com os Países Baixos recebem uma multa impressa no pára-brisas, mas apenas 24% deles efectivamente pagam.
Já existem acordos de intercâmbio de informações sobre veículos com a Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Finlândia, Itália, Letónia, Lituânia, Noruega, Áustria, Espanha, Suécia e Suíça.
Desde 2024, os visitantes destes países recebem multas em casa caso não paguem pelo estacionamento. A Grã-Bretanha entrará na lista em 1º de janeiro.
A política de restrição visa países sem tais acordos, incluindo França, Polónia, Hungria e Luxemburgo. Três equipes extras de pinças serão recrutadas e treinadas nos próximos meses, elevando o total para cinco e permitindo cerca de 15 mil pinças por ano.
As autoridades esperam que cerca de 10 mil sejam colocados em carros com placas estrangeiras.
Os visitantes terão de liquidar a taxa de estacionamento, a multa e as taxas de fixação antes da remoção da pinça – um custo de cerca de 250 euros.
A chefe de transportes da cidade, Melanie van der Horst, disse que “preferiria que todos os visitantes pagassem adequadamente pelo estacionamento”, mas disse que a situação atual é injusta para os motoristas nacionais e para os de países que trocam informações.
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