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Em Amsterdã, a tentativa de um proprietário de escolher os inquilinos saiu pela culatra. Ele enfrenta agora uma multa de 10 mil euros depois de insistir que só alugaria a “mulheres trabalhadoras holandesas”.
O problema começou quando um candidato rejeitado do sexo masculino apresentou uma queixa, o que levou o município a investigar.
A discriminação pode se transformar em uma lição cara
O município emitiu a intenção de impor uma ordem sujeita a pena e multa, informa De Telegraaf.
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Se o proprietário não conseguir refutar a acusação ou mudar o seu comportamento, será multado em 10 mil euros. Por enquanto, ele ainda tem a oportunidade de apresentar sua própria declaração antes que a decisão se torne definitiva.
A vereadora de Amsterdã, Zita Pels, deixou claro que esse tipo de aluguel seletivo não é aceito na cidade.


Mantendo-se firme num comunicado de imprensa do município, ela afirma: “Quer se trate de discriminação com base na cor da pele, religião, orientação sexual ou género, é tudo proibido. Tentaremos sempre tomar medidas contra este tipo de comportamento”.
Um aviso a todos os proprietários
Os inquilinos são incentivados a denunciar práticas desleais através do ponto de notificação especial de Amesterdão, no município.
Como afirma Pels: “Relatar é útil, tanto para si como para outras pessoas afetadas. É por isso que apelamos aos residentes de Amesterdão para denunciarem qualquer discriminação que sofram por parte de um proprietário”.
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As autoridades admitem que provar a discriminação pode ser complicado, mas dizem que guardar e-mails e registos pode fazer toda a diferença.
Morando em Amsterdã? Para mais informações sobre a Lei do Bom Senhorio e o centro de relatórios, visite o site do município.


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