
A maioria das pessoas terá um pouco menos para gastar como resultado das políticas do novo governo, mas as famílias com baixos rendimentos serão as mais atingidas, de acordo com cálculos da agência governamental de previsões macroeconómicas CPB.
A nova administração, uma coligação minoritária do VVD, D66 e CDA, tomará posse formalmente na próxima semana.
Os professores e o pessoal das forças armadas, em particular, terão mais para gastar nos próximos anos, afirmou o CPB na sua análise dos planos. O novo governo também fará alguns avanços em termos de lidar com as alterações climáticas e a poluição baseada no azoto, mas não o suficiente para cumprir as metas, disse o CPB.
O impacto dos seus planos habitacionais na escassez de habitação também será “ligeiro”.
Em particular, a decisão de aumentar o elemento de risco próprio dos cuidados de saúde para 460 euros afetará desproporcionalmente as famílias de baixos rendimentos, afirmou o CPB. Eles também serão atingidos pela decisão de fundir dois benefícios relacionados a crianças. Em média, o poder de compra diminuirá 0,4%.
Espera-se que os Países Baixos cumpram a nova norma da OTAN de gastar 5% do PIB na defesa e em infra-estruturas relacionadas com a defesa, mostra a análise. Mais dinheiro também foi alocado para a educação.
A agência salienta que, como a coligação não tem maioria em nenhuma das câmaras do parlamento, os seus planos podem não avançar na sua forma actual.
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