
A proibição temporária do uso de escória siderúrgica em projetos de construção será prorrogada até janeiro de 2027, disse a ministra júnior do Meio Ambiente, Annet Bertram, aos parlamentares durante um debate sobre o assunto na quinta-feira.
A proibição deveria expirar em julho, enquanto se aguardam dois relatórios para determinar se uma proibição permanente é necessária ou se o material pode ser usado sem prejudicar o meio ambiente.
A emissora NOS disse na semana passada que os trabalhos nos relatórios ainda não começaram, embora o ministro tenha contestado isso na quinta-feira. Ela disse aos deputados, no entanto, que está em conversações com o RIVM para acelerar o processo de denúncia.
A escória siderúrgica, subproduto do processo de fundição do aço, tem sido utilizada em todo o país como substituto da areia e do cascalho, principalmente em estradas e caminhos. No entanto, o instituto de saúde pública RIVM afirmou num relatório de 2023 que pode libertar substâncias nocivas quando entra em contacto com a chuva ou águas subterrâneas.
A fiscalização ambiental também alertou duas vezes que a escória siderúrgica pode causar danos ao meio ambiente, mesmo quando utilizada de acordo com a regulamentação vigente. O gabinete nacional de auditoria também apelou à acção.
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