
As companhias aéreas começaram a aumentar os preços dos bilhetes para cobrir o aumento acentuado dos custos de combustível como resultado da escalada do conflito no Médio Oriente.
A KLM adicionou 10 euros ao preço de um voo de ida e volta de curta distância e 50 euros a uma viagem de longa distância na semana passada, enquanto a companhia aérea económica Transavia confirmou relatos nos meios de comunicação holandeses de que estava a impor uma sobretaxa de 5 euros em voos seleccionados.
A companhia aérea, subsidiária da KLM, disse que a cobrança cobriria parte dos custos extras de combustível, mas não informou quais rotas foram afetadas, considerando a informação comercialmente sensível.
O custo do barril de querosene aumentou de US$ 99 para US$ 175 desde o final de fevereiro, segundo dados da International Air Travel Association (IATA).
No entanto, a companhia aérea de férias Corendon disse que não aumentaria os preços nas suas próprias rotas ou pré-reservaria assentos em voos de outras operadoras, incluindo a Transavia.
“Não imporemos uma sobretaxa de combustível porque temos o suficiente para cobrir o preço do combustível e o risco cambial do dólar até o final de outubro”, disse o CEO Gunay Uslu.
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