A Holanda está prestes a mais do que duplicar o número de localizações de radares de trânsito, com a nova implementação construída em torno de um princípio fundamental: manter os condutores na dúvida.
De acordo com NU.nl, o Ministério Público (OM) confirmou uma ampla expansão do monitoramento automatizado de tráfego.
No momento, os cheques cobrem cerca de 650 sites. Esse número deverá mais que dobrar, para pelo menos 1.450 nos próximos anos, abrangendo unidades portáteis, verificações de trajetória, câmeras de foco e instalações fixas.
Pegando motoristas desprevenidos
A peça central do plano é a flexflitser: uma câmera portátil reposicionada regularmente. Os motoristas não têm uma maneira confiável de saber onde ele poderá aparecer em seguida, e essa incerteza é a questão.
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De acordo com o OM, a implantação imprevisível produz uma conformidade mais forte a longo prazo do que apenas a infraestrutura fixa.


Se não houver um trecho seguro para acelerar, pensa-se que a maioria dos motoristas simplesmente parará de tentar.
Zonas de 30 km/h ganham força de fiscalização
As cidades holandesas têm reduzido constantemente os limites de velocidade urbana para 30 km/h, mas até agora, tem faltado policiamento nessas zonas.
O OM planeia colmatar essa lacuna colocando flexflitsers em estradas de 30 km/h.
Um piloto separado, lançado ainda este ano, testará verificações de trajetória dentro de áreas urbanas, tecnologia anteriormente reservada para autoestradas.
Libertando a polícia
A expansão não consiste apenas em capturar mais speeders. Os sistemas automatizados já controlam cerca de 75% dos excessos de velocidade e das infrações de sinal vermelho nos Países Baixos.
O OM quer aumentar ainda mais essa parcela para ajudar a liberar os policiais para os casos em que um ser humano no terreno faz uma diferença real.


Marc Pluimers, Chefe de Política e Estratégia da OM, afirma que é mais importante concentrar a atenção dos agentes em “situações em que a intervenção humana verdadeiramente acrescenta valor”, relata o NU.nl.
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