Depois que um paciente com hantavírus do navio de cruzeiro MV Hondius afetado foi internado em Radboudumc em Nijmegen, o manuseio incorreto do sangue e da urina aumentou o risco de infecção entre os funcionários.
Conforme relatado por AD, a equipe seguiu o procedimento padrão no manuseio dos fluidos do paciente, apesar da necessidade reconhecida de maiores precauções e controles de segurança.
O que aconteceu?
Três passageiros do cruzeiro que desenvolveram sintomas foram avaliados em hospitais na Holanda, incluindo o LUMC em Leiden, Amsterdam AMC e Radboudumc em Nijmegen.
Radboudumc é conhecido por estar especialmente equipado para lidar com doenças infecciosas, relata AD. Porém, neste caso, os fluidos do paciente foram manuseados de forma inadequada.
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Primeiramente, o sangue foi coletado do paciente na admissão e processado segundo procedimento padrão, quando um protocolo muito mais rigoroso deveria ter sido utilizado.


Depois, no sábado, descobriu-se que o descarte da urina do paciente também não seguiu os cuidados redobrados exigidos.
E agora?
12 funcionários foram identificados como estando em risco de infecção. Eles ficarão isolados por seis semanas e monitorarão seus sintomas. Não está claro se o isolamento será realizado em casa ou em outro lugar, relata AD.
Bertine Lahuis, Presidente do Conselho Executivo da Radboudumc, afirmou que Radboudumc “lamenta(m) que isso tenha acontecido”.
“Investigaremos cuidadosamente o curso dos acontecimentos para aprender com isso, para que seja evitado no futuro”, disse também.
A infecção por hantavírus entre humanos se espalha através de contato próximo e prolongado. No entanto, de acordo com a OMS, “poucas evidências estão disponíveis devido à escassez de surtos de hantavírus relacionados com a transmissão entre humanos”.
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