
Os números utilizados pela Câmara Municipal de Amesterdão para justificar uma experiência de armar alguns dos seus guardas de rua com cassetetes estavam errados, admitiram as autoridades após investigação do grupo de campanha Controle Alt Delete.
Os números utilizados pelas autoridades sugerem que os guardas – conhecidos como jibóias em holandês – têm muito mais probabilidade de serem atacados do que na realidade, e agora a prefeita Femke Halsema disse aos vereadores que a informação sobre violência física foi “registrada incorretamente”, informou o Parool na terça-feira.
Uma opção do formulário de cadastro – “não relevante” – foi contabilizada pelo sistema como ataque físico, erro descoberto pelo Controle Alt Delete, que monitora a violência policial e policial.
Os números errados, que sugeriam que oito em cada 10 guardas tinham sido confrontados com agressão e violência, foram usados como motivo para fornecer bastões a alguns guardas na sequência de uma campanha do seu sindicato.
O número real deveria ser de quatro para cinco, o que Halsema disse ainda ser alto e ainda justificar a experiência de dar armas aos guardas.
De acordo com o Controle Alt Delete, os 400 guardas de Amsterdã foram vítimas de 158 incidentes envolvendo agressão física em 2025.
A experiência terminou em dezembro e o prefeito está atualmente avaliando se eles deveriam ou não se tornar parte permanente do kit de alguns guardas.
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