
Os parlamentares votaram na quinta -feira a nacionalizar parcialmente as redes de aquecimento da cidade, em uma tentativa de restaurar a confiança do público, depois que os proprietários e os inquilinos enfrentaram aumentos acentuados de preços.
A nova legislação afirma que as redes de aquecimento distritais existentes e futuras devem ser mais de 50% pertencentes ao Estado holandês.
O governo deseja nacionalizar as redes como adoçante para incentivar as pessoas a parar de usar o aquecimento central a gás. As autoridades acreditam que estariam mais dispostas a mudar se não estivessem sendo forçadas às mãos de uma empresa privada, sem opção de fornecedor.
As famílias conectadas aos sistemas de aquecimento distrital, que normalmente usam calor excedente da indústria ou da incineração de resíduos, não têm escolha a não ser usá -los, independentemente da cobrança das taxas.
A ministra do Clima, Sophie Hermans, chamou o voto de um “enorme passo adiante” para o futuro do aquecimento do distrito.
A lei visa resolver anos de conflito entre empresas de energia, empresas habitacionais e autoridades locais sobre preços. Vários projetos importantes em Amsterdã, Haia e Utrecht estão em espera por causa das disputas.
Atualmente, cerca de 500.000 casas na Holanda estão conectadas a uma rede de aquecimento distrital. Outras 500.000 conexões estão planejadas até 2030 para cumprir as metas climáticas, embora Hermans tenha dito na quinta -feira que isso não será alcançado.
A legislação inclui um período de transição de 10 anos para manter as empresas de energia comercial como Vattenfall e Eneco envolvidas.
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