As universidades holandesas planejam tomar o assunto por conta própria para conter a internacionalização no ensino superior, oferecendo uma alternativa ao projeto atual do governo.
Eles estão descontentes com a tensão administrativa e organizacional que a abordagem atual do governo coloca nas universidades.
Em vez disso, as universidades acreditam que elas mesmas podem conter o influxo internacional de uma maneira “mais rápida, melhor e mais direcionada”, relata o Nu.NL.


Quais cursos devem estar em holandês?
Existem três medidas principais que as universidades estão tomando para fortalecer a reputação holandesa no ensino superior:
- Os programas de psicologia no Randstad devem ser ensinados em holandês.
- Um limite máximo do aluno será definido para programas econômicos.
- Melhorar a proficiência em linguagem holandesa entre estudantes e funcionários internacionais é uma prioridade.
Este é realmente um tempo de assimilação, estudantes.
Opondo -se ao governo
Há uma condição para as mudanças das universidades: o governo deve ajustar sua conta de internacionalização.
Isso se deve principalmente aos regulamentos em torno do teste para a educação em outros idiomas (TAO), que determina quais programas de ensino superior também podem ser ensinados em um idioma que não seja holandês.
O teste é atualmente aplicado aos programas existentes e novos.
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Isso significa muito trabalho para as universidades: as universidades da Organização Umbrella da Holanda (UNL) chamam o método de “rigoroso demais” e afirma que “coloca uma pesada carga administrativa sobre as universidades sem contribuir para a qualidade ou acessibilidade da educação”.
Em vez disso, as universidades solicitam que o teste seja aplicado apenas a novos programas, não os existentes, devido à carga logística e administrativa que isso causa.
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