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Mulher leva clínica de aborto de Arnhem ao tribunal e diz “Eles deveriam ter me impedido”


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    Uma mulher de Nijmegen está levando uma clínica de aborto a tribunal por realizar o seu aborto. A mulher afirma que a equipe médica não avaliou seu estado mental antes de realizar um procedimento sobre o qual ela não tinha certeza.

    “Isso nunca deveria ter acontecido”, diz ela.

    Agora, o jovem de 33 anos está levando a clínica de aborto de Arnhem ao tribunal disciplinar, relata AD.

    “Tudo aconteceu em transe”

    O incidente remonta a 2023.

    A mulher diz que chegou à clínica sentindo-se sobrecarregada, carregando um saco com o próprio vômito da viagem de carro.

    Após consulta e ultrassom, a mulher recebeu medicação para o aborto.

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    Dentro de uma hora, o feto de quatorze semanas foi removido.

    “Tudo aconteceu de forma atordoada”, disse ela ao Conselho Disciplinar Regional de Saúde em Zwolle.

    Antes do procedimento

    Como a mulher foi parar na clínica? Depois de enfrentar fortes dores abdominais, uma amiga sugeriu fazer um teste de gravidez.

    Para surpresa da mulher, foi positivo.

    Ela entrou em contato com o pai, que não quis manter a gravidez, e logo depois ligou para a clínica de aborto.

    Após uma consulta por telefone, ela conseguiu uma consulta cinco dias depois.

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    Depois de receber o formulário de consentimento, a moradora de Nijmegen diz que o assinou sem pensar.

    Ela também não marcou as caixas que confirmavam que ela havia lido o formulário, mas ninguém percebeu isso.

    Embora ela acreditasse que sua gravidez estava nos estágios iniciais, um ultrassom mostrou o contrário. A mulher já estava com 14 semanas.

    Ela nunca conseguiu ver a imagem do ultrassom, algo que seu advogado argumenta que deveria ter acontecido.

    O que está acontecendo agora?

    O médico, a enfermeira e o gerente da clínica estiveram presentes no tribunal disciplinar.

    A clínica insistiu que agiu de boa fé, observando que a própria mulher iniciou o contato e não mostrou sinais de hesitação durante a consulta.

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    Por que um médico realizaria um aborto se houvesse qualquer indicação de que a paciente não estava disposta?

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    A enfermeira responsável reconheceu que a mulher olhava para frente e parecia um pouco triste.

    No entanto, de acordo com a enfermeira que falou no tribunal, “Isso não é incomum. Vemos isso com frequência”.

    Desde o procedimento, a mulher perdeu o emprego e agora depende da assistência social. Ela atribui suas atuais dificuldades pessoais e financeiras ao aborto.

    O conselho disciplinar, um tribunal que garante a ética profissional, deverá emitir a sua decisão no prazo de seis semanas.

    O que você acha da decisão da mulher de levá-los a tribunal? Conte-nos nos comentários.

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