
Os alunos cujos resultados dos exames foram tratados de forma mais branda durante o confinamento tiveram um desempenho pior na universidade do que os seus colegas, afirmou o Ministério da Educação numa avaliação.
Em 2021 e 2022, os alunos que tiveram dificuldade em acompanhar as aulas online tiveram oportunidades adicionais para melhorar os seus resultados, incluindo a exclusão de uma disciplina do exame final de conclusão da escola.
A investigação mostra que estudantes universitários cujos resultados foram impulsionados por causa do coronavírus desistiram duas vezes mais do que os seus pares e tiveram duas vezes mais probabilidades de mudar de disciplina. Os estudantes do ensino profissional cujos resultados foram tratados com tolerância também tiveram um desempenho pior.
“Nem sempre é bom baixar os padrões”, disse o Ministério da Educação. “Devemos levar em consideração que esses alunos estavam menos preparados quando iniciaram o acompanhamento.”
O ministério disse que o investimento extra na educação valeu a pena de outras formas, com 8% dos estudantes a reportar atrasos nos estudos como consequência da pandemia, em comparação com 32% em 2022.
A saúde mental dos estudantes também melhorou, de 23% afirmando que ainda tinham dificuldades em lidar com a situação em 2022 para 13% em 2025.
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